sábado, 29 de outubro de 2011

ter e não te ter. até quando? até onde? engulo a seco o último gole do vinho suave que tenho como melhor companhia do meu sábado à noite. no rádio, músicas que me fazem lembrar vc e viajar para perto de ti. a última gota de vinho desce rasgando a minha garganta como você que embora suave, leve, lindo, meu, me acaba, me queima, me rasga, me desnuda até a alma e faz falta. quero embriagar-me de ti. quero overdose, cirrose. quero dores, doenças, quero amar e amar-te. entregar-me e tê-lo por inteiro. a noite segue silenciosa. eu sigo sozinha e você segue para longe. cada vez mais longe. e só.

4 comentários:

Karla Thayse Mendes disse...

Moça, que Blog lindo!

Encantada...

Beijo

Juliana Moraes Lacerda disse...

Adorei o seu texto..e como é triste uma noite de sábado querendo desesperadamente alguém, e esse alguém estar tão longe.

Karine Tavares disse...

Teu blog é ótimo, parabéns!

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